5 de janeiro de 2012

Negócios Virtuais - Razões do Insucesso

Ontem estava discutindo com um cliente, cujo plano de marketing 2012 teve a colaboração da PCAMKT Consulting na sua elaboração, sobre eficácia do uso de sites de negócio e como a vocação da empresa deveria ser muito facilmente percebida pelos usuários, fato que, infelizmente, no site dele não está ocorrendo pois, como sua empresa transita em mais de um mercado, o foco do site acabou sendo sobre um mercado que não é, na realidade, seu core business.

Por coincidência, hoje deparei e resolvi compartilhar com vocês, um artigo publicado no site administradores.com, muito bem escrito por Arnaldo Korn entitulado "Os 8 Fs do insucesso dos negócios virtuais"

Boa leitura!

O negócio virtual é tão ou mais real do que qualquer outro negócio e oferece certos riscos de investimentos. Infelizmente no Brasil, 60% das lojas virtuais fecham antes de completar um ano de vida. Por que isso acontece e como evitar? Conhecendo as respostas, a chance de sucesso aumentará muito. Por isso é importante conhecer os motivos principais que levam a decadência, chamados por mim de os 8F's do insucesso:

1 – Falta de Planejamento: Planejar nunca foi uma atividade muito bem exercida pelo empreendedor brasileiro, talvez seja esse o motivo do SEBRAE apontar um insucesso na casa dos 53% para as micro e pequenas empresas nos 3 primeiros anos de vida. É impossível almejar o sucesso sem o planejamento prévio. A ferramenta mais importante nesse planejamento é o "plano de negócio", o ponta-pé inicial que deve ser dado respondendo as seguintes questões: O que vou vender? Quem vai montar minha loja? Quem é o meu concorrente? Quanto gastarei para iniciar o negócio?

2 – Foco no Mercado: Não tente vender de tudo, deixe isto para as grandes lojas. Lembre-se que a internet é um mercado totalmente diferente de uma loja física e que seu público é infinitamente maior. Procurar se especializar em um segmento específico é o começo. Na internet uma pequena fatia de mercado representa milhões de consumidores, basta ter "foco".

3 – Falta de mão de obra qualificada: Não basta saber navegar na internet, é importante conhecer minimamente o "gerenciamento de e-commerce": marketing digital, ferramentas de otimização, monitoramento de trafego. Estes três itens são básicos e essenciais.

4 – Falha na divulgação: Para dar um pequeno exemplo, imagine uma loja em rua movimentada, cheia de produtos nas prateleiras e com portas fechadas. Uma loja virtual sem divulgação é igual, ninguém consegue ver e portanto ninguém irá comprar. Aqui entra em ação o "planejamento de marketing e divulgação", para otimizar o site nos mecanismos de busca, natural ou patrocinado, apoio em redes sociais, divulgação em outros sites, assessoria de imprensa, etc.

5 - Falta de Planejamento Logístico: Um assunto delicado que acaba rendendo 80% dos desconfortos e demandas jurídicas entre a loja e o consumidor. Sabendo-se deste fato, é bom fazer um planejamento de maneira delicada e detalhada do seu sistema de lojística.

6 - Fraude: A fraude, principalmente na venda com cartões de crédito, poderá acarretar grande prejuízo à loja virtual, levando ao seu fechamento, além de acabarem devendo às operadoras em função de antecipações negativadas em suas contas. Portanto, não é bom arriscar neste campo minado. Utilize portais especializados em pagamentos com sistema antifraude conferindo grande segurança nas transações.

7- Falta de Monitoramento: Muitas lojas acabam fracassando, pois a sua administração não consegue ou não sabe visualizar o que esta ocorrendo em termos de análise de acessos, resultados de campanhas e marketing. Acabam tomando decisões - na maioria das vezes erradas - baseadas em suposições. Sendo assim, a web análise é uma ferramenta importantíssima no mundo virtual, sendo primordial que o web empreendedor se familiarize com o "Google Analytics".

8- Falha no Atendimento: Muito se fala em atendimento - e deveria se falar muito mais - e a sua loja pode ser virtual, mas o seu cliente é real e necessita de atendimento. Seu cliente precisa saber exatamente o que esta acontecendo com o seu pedido de compra, seu site precisa ter um bom canal de comunicação com o cliente e transmitir a este credibilidade.

Arnaldo Korn, diretor presidente do portal Pagamento Já

7 de novembro de 2011

Site Versus Facebook

Não sei se é impressão minha, porém tenho notado nas empresas nas quais tenho feito pesquisas que elas estão deixando de investir nos seus sites e estão investindo mais nas redes sociais, do tipo Facebook e LinkedIn.


O que eles me dizem é que quando alguém visita seu site, você não sabe exatamente quem foi o visitante, ao passo que no Facebook as pessoas deixam registro da sua passagem, além de fazerem comentários quase sempre honestos e sinceros, mesmo quando reclamam forte.


Como o perfil dos nossos clientes é, em uma boa parte, composto por pequenos e médios negócios, já faz muito tempo que alertamos para o fato de que as empresas, não só seus proprietários, devem manter perfis atuantes em redes sociais.


Porém agora, parece que já passou da hora.


Encontro vocês no LinkedIn e no Facebook!

26 de outubro de 2011

III Seminário de Telecomunicações da FIESP

No dia 31/10/2011 ocorrerá o III Seminário FIESP de Telecomunicações.

Recomendo a presença para todos que atuam na área pois será discutida a ampliação do acesso a informação e o seu papel no crescimento da economia.

Quem está organizando o evento é a Carmen Victolo.

Para inscrever-se acesse o link abaixo:

http://www.fiesp.com.br/seminario-telecomunicacoes/inscricoes.asp?&utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=seminario-telecomunicacoes

Bom evento para todos!

19 de outubro de 2011

Pesquisa Socialbakers - Marcas ignoram 95% dos questionamentos no Facebook

Esta nota é interessante para reflexão.

Esta semana, durante a pesquisa que estou fazendo para a Vianews, uma respondente comentou que sua empresa não precisava estar em redes sociais pois seus produtos não são B2C.

Por outro lado, um estudo da Socialbakers mostrou que, embora estejam presentes nas redes sociais, as marcas não têm feito bom uso da maior delas como ambiente de conversação com seus clientes.

No Facebook, de acordo com o levantamento, 95% do que é postado no mural das empresas são ignorados por elas.

Curiosamente, quem atua no setor de mídia está no final do ranking, com apenas 1% de resposta. Logo acima fica a indústria automotiva, com 2,5%.

No topo, mas ainda ruim, estão o setor de aviação (28%) e de telecomuniações (26%).

A Socialbakers sugere que o ideal seria algo entre 65% e 75%.

Na minha modesta opinião, as empresas deveriam abrir seus olhos para essa realidade antes que suas marcas começem a perder valor e elas não saibam por quê.

Pobre Toddynho!!!

2 de agosto de 2011

O Campo e a Passarela

Hoje eu gostaria de comentar com vocês um ponto de vista que venho defendendo já faz algum tempo.

Ele não tem base sociológica científica. Está baseado apenas nas minhas conjecturas e é sobre o porquê das pessoas com mais de 40 anos serem discriminadas no mercado de trabalho.

Penso que uma das razões esteja em duas profissões de enorme destaque e influência. As modelos e os jogadores de futebol.

São duas profissões incentivadas pelos pais desde a infância, para as quais não existe um processo de educação formal, assim elas estão atingíveis para qualquer pessoa que tenha beleza ou talento. Não é necessário investir 20 anos estudando.

Nada contra, muito pelo contrário. O problema é que atualmente elas começam cada vez mais cedo. É frequente vermos modelos já famosas com 13 anos e jogadores de futebol com 17 negociando contratos impensáveis para a imensa maioria dos mortais. Claro que essa parcela é muito pequena, mas serve de modelo, como “ídolo”.

Por outro lado, essas carreiras aos 30 anos já estão no fim, com raríssimas exceções. O turnover de modelos e jogadores é incessante.

Penso que essa conjugação de fatores cria uma expectativa nas pessoas de que aos 23 anos o profissional já deva estar no meio da sua carreira e pensando em parar de trabalhar em sete anos e curtir sua riqueza acumulada.

É comum a expressão “fazer meu primeiro milhão antes dos trinta”.
São tempos de comunicação em tempo real que exigem respostas imediatas para tudo. E realizações profissionais tão rápidas quanto.

Dessa forma, o profissional que avalia outros profissionais com mais de 40 anos, tem, no seu subconsciente, a impressão de que essas pessoas ou não tem talento ou estão velhas e defasadas, visto que “ainda estão procurando emprego” quando já deveriam estar se aponsentando.

Não vou fazer apologia sobre como é difícil conseguir um emprego aos 50 anos, porém me dá a impressão de que nunca houve tantos consultores como existem hoje. E esse número só tende a crescer. Haja campo e passarela!

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